CENTENÁRIO DAS PRIMEIRAS BATALHAS DA 1ª GUERRA MUNDIAL
02 de agosto de 1914 - Alemanha e Turquia assinam tratado secreto de aliança. Grã-Bretanha se mobiliza. As tropas russas invadem a Prússia Oriental.
03 agosto de 1914 - A Alemanha e a França declaram guerra um ao outro.
A Alemanha dá um ultimato à Bélgica, para dar livre passagem aos alemães que almejam vencer a França.
4 de agosto de 1914 - Inglaterra declara guerra à Alemanha.
05 de agosto de 1914 - Batalha em mar aberto iniciada. Navio alemão Königin Luise" afundado.
06 de agosto de 1914 - Dirigível alemão Zeppelin bombardeia Liége na Bélgica, várias pessoas são mortas.
7 agosto de 1914 - Lord Kitchener, ministro da propaganda de guerra faz um apelo na Inglaterra "Seu país precisa de você" e espalha posters por todo o Reino Unido.
09 de agosto de 1914 - O navio inglês HMS "Birmingham" afunda submarino alemão "U15" no Mar do Norte. Primeiro submarino alemão destruído.
10 de agosto de 1914 - Soldados franceses atacam os alemães na Alsácia, acreditam numa vitória surpresa.
11 de agosto de 1914 - A França declara guerra à Áustria-Hungria.
A presença de um dos grande poderes europeus nesse cenário e o sistema de alianças que ligava as potências do continente mudariam tudo dessa vez. A Rússia havia decretado a mobilização geral de seu exército no dia 30 de julho para proteger a Sérvia, sua aliada. Em 1.º de agosto, a Alemanha, que apoiava os austríacos, declarou guerra à Rússia. A França, aliada dos russos, decidiu reunir seus soldados no mesmo dia. No dia 3, a Alemanha declarou guerra à França e deu um ultimato à Bélgica: dar livre passagem aos alemães. O governo belga negou o pedido - o rei Alberto I decidiu resistir. O país acabou invadido no dia 4. A violação de sua neutralidade fez a Grã-Bretanha declarar guerra à Alemanha.
A invasão da Bélgica começara em 4 de agosto. Ao mesmo tempo, o exército francês atacava na Alsácia e na Lorena. Com seus casacos azuis e calças vermelhas, os homens marcharam em direção às posições alemãs em colunas cerradas com bandeiras e fanfarras.
Na noite de 28 para 29 de julho de 1914, as águas do Rio Danúbio foram movimentadas em Belgrado por estilhaços de granadas de artilharia. Eram austro-húngaras e haviam sido lançadas horas depois de Viena declarar guerra ao pequeno reino sérvio. O chefe do estado-maior austríaco, Conrad von Hötzendorf, confiante no apoio alemão, acreditava poder acertar as contas com a Sérvia em três meses, confinando o conflito ao Sudeste europeu, assim como acontecera nas duas disputas anteriores que haviam envolvido, em 1912 e em 1913, a Bulgária, a Romênia, o Império Otomano, a Grécia, Montenegro e a mesma Sérvia. Mas dessa vez as coisas seriam bem diferentes e as consequências catastróficas.
01 de agosto de 1914 - França e Alemanha mobilizam suas tropas, O Regimento Alemão de Infantaria 69º entra em Luxemburgo.
Alemanha declara guerra à Rússia.
02 de agosto de 1914 - Alemanha e Turquia assinam tratado secreto de aliança. Grã-Bretanha se mobiliza. As tropas russas invadem a Prússia Oriental.
03 agosto de 1914 - A Alemanha e a França declaram guerra um ao outro.
A Alemanha dá um ultimato à Bélgica, para dar livre passagem aos alemães que almejam vencer a França.
4 de agosto de 1914 - Inglaterra declara guerra à Alemanha.
05 de agosto de 1914 - Batalha em mar aberto iniciada. Navio alemão Königin Luise" afundado.
06 de agosto de 1914 - Dirigível alemão Zeppelin bombardeia Liége na Bélgica, várias pessoas são mortas.
7 agosto de 1914 - Lord Kitchener, ministro da propaganda de guerra faz um apelo na Inglaterra "Seu país precisa de você" e espalha posters por todo o Reino Unido.
09 de agosto de 1914 - O navio inglês HMS "Birmingham" afunda submarino alemão "U15" no Mar do Norte. Primeiro submarino alemão destruído.
10 de agosto de 1914 - Soldados franceses atacam os alemães na Alsácia, acreditam numa vitória surpresa.
11 de agosto de 1914 - A França declara guerra à Áustria-Hungria.
A presença de um dos grande poderes europeus nesse cenário e o sistema de alianças que ligava as potências do continente mudariam tudo dessa vez. A Rússia havia decretado a mobilização geral de seu exército no dia 30 de julho para proteger a Sérvia, sua aliada. Em 1.º de agosto, a Alemanha, que apoiava os austríacos, declarou guerra à Rússia. A França, aliada dos russos, decidiu reunir seus soldados no mesmo dia. No dia 3, a Alemanha declarou guerra à França e deu um ultimato à Bélgica: dar livre passagem aos alemães. O governo belga negou o pedido - o rei Alberto I decidiu resistir. O país acabou invadido no dia 4. A violação de sua neutralidade fez a Grã-Bretanha declarar guerra à Alemanha.
A invasão da Bélgica começara em 4 de agosto. Ao mesmo tempo, o exército francês atacava na Alsácia e na Lorena. Com seus casacos azuis e calças vermelhas, os homens marcharam em direção às posições alemãs em colunas cerradas com bandeiras e fanfarras.
01 de agosto de 1914 - Declaração de guerra da Alemanha entregue pelo embaixador ao governo russo em São Petersburgo:
“O governo imperial alemão usou todos os esforços desde o começo da crise para trazer uma solução pacífica. Em conformidade com a vontade expressa a ele por Sua Majestade, o Imperador da Rússia, o imperador alemão tinha realizado, em conjunto com a Grã-Bretanha, a parte de mediadora entre os gabinetes de Viena e São Petersburgo, mas a Rússia, sem esperar por qualquer resultado, procedeu a uma mobilização geral de suas forças em terra e mar.
Em conseqüência desse passo ameaçador, o que não foi justificado por qualquer processo militar por parte da Alemanha, o Império Alemão foi confrontado por um perigo grave e iminente. Se o Governo alemão não se precaver contra esse perigo, terá comprometido a segurança e a própria existência da Alemanha.
O Governo alemão fora, por isso, obrigado a fazer representações ao Governo de Sua Majestade, o Imperador de Todas as Rússias, e insistir numa cessação dos atos militares citados acima.
A Rússia, tendo recusado a dar cumprimento à presente demanda e tendo mostrado por esta recusa que a sua ação foi dirigida contra a Alemanha, eu tenho a honra sob as instruções do meu Governo, para informar Vossa Excelência o seguinte:
Sua Majestade, o Imperador, meu soberano, em nome do Império Alemão, aceita o desafio, e se considera em guerra com a Rússia. “
O Tratado entre a Alemanha e o Império Turco-Otomano
“Constantinopla, 02 de Agosto de 1914.
As duas partes contratantes concordam em observar estrita neutralidade em relação ao conflito atual entre a Áustria-Hungria e Sérvia. No caso de a Rússia intervir com medidas militares ativas ao qual deve trazer um casus foederis para a Alemanha com relação à Áustria-Hungria, estecasus foederis também viria a existir para a Turquia. Em caso de guerra, a Alemanha vai deixar sua missão militar à disposição da Turquia. Este último, por sua vez, assegura a missão militar de uma influência efetiva sobre a conduta geral do exército, de acordo com o entendimento que chegou diretamente entre Sua Excelência o Ministro da Guerra e Sua Excelência o Chefe da Missão Militar. Alemanha obriga-se, se necessário, pelo uso de armas no território otomano em caso deste ser ameaçado. Este acordo, que foi celebrado com a finalidade de proteger ambos impérios de complicações internacionais, que podem resultar do presente conflito, entra em vigor logo que for assinado pelos plenipotenciários acima mencionados, e permanecerá válido juntamente com quaisquer acordos mútuos semelhantes até 31 de Dezembro de 1918. No caso de não ser dado um anuncio formal de encerramento por uma das altas partes contratantes seis meses antes do término do prazo acima mencionado, o presente Tratado permanecerá em vigor por um período adicional de cinco anos. O presente documento deve ser ratificado por Sua Majestade, o Imperador Alemão, Rei da Prússia e por Sua Majestade, o Imperador dos Otomanos e as ratificações serão trocadas no prazo de um mês a contar da data de sua assinatura. O presente Tratado permanecerá em segredo e só poderá ser tornado público como resultado de um acordo entre as duas altas partes contratantes.
Imperador Francisco José - Áustria
Rei George - Reino Unido
Kaiser Wilhelm - Alemanha
Rei Pedro - Sérvia
Czar Nicolau II - Rússia
Sultão Mehmed V - Império Turco-Otomano
Presidente Raymond Poincaré - França
Rei Alberto I - Bélgica







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